Verdade que estou em falta com essa parte do blog. Mas, só pra não quebrar o costume, aqui estão os comentários. Apenas digitarei a minha opinião sobre os episódios. O enredo deve ser buscado em sites especializados.
6. Os Homens de Neve: O aguardado Especial de Natal. Se foi bom? Há quem diga que sim. Eu deixei passar o tempo para poder comentar algo decente a respeito. Ainda não me sinto pronta pra isso porque ele não me agradou. A concepção que a série deixa sobre os especiais de Natal é de uma história fechada e comovente. Esse enredo, por outro lado, apenas serviu de engancho para a retomada da Oswin na série. Deixando, claro, o Doutor com um belo ponto de interrogação sobre a existência dela. A mesma mulher em épocas diferentes - e morrendo inevitavelmente.
7. Os Sinos de São João: Eu e o
@wyllds estávamos um tanto receosos quanto à retomada da série, uma vez que a primeira parte da sétima não nos agradou. Os Ponds ficaram tempo demais, e a sua despedida demorou. Com medo, assisti
The Bells of Saint John. E quer saber? Adorei. Steven Moffat não fez nada muito exagerado. Ficou bom do jeitinho simples que ele deixou. A atuação da Jenna e do Matt foi ótima, dava pra notar a química entre os dois.
8. Os anéis de Akhaten: Tivemos um belo episódio aqui. Houve música sendo bem interpretada. Soubemos um pouco da vida da Oswin, claro. E, de quebra, Matt Smith atuando muito bem. Aquele discurso foi uma coisa bonita de se ver, nem
The Pandorica Opens passou tanta emoção. Há uma fina conexão entre o melhor arco da segunda temporada. Quem lembra do
Planeta Impossível? Do episódio em que o décimo Doutor encontra o diabão acorrentado? O décimo primeiro fala a uma bola ardente que suga planetas e seres.
9. Guerra Fria: Retomada de um personagem da série clássica (segundo whovians matutos e antigos). Um submarino russo encontra um fóssil. Tentam perfurar e descobrem que se trata de um general marciano, Skaldak. Pelo que me lembro, o enredo é basicamente: Oswin refletindo sobre a morte (ou a finitude da vida), e o Skaldak demonstrando compaixão. É um episódio bem na média.

10. Talvez: Uma história sobre fantasmas. Mentira. A preview passou um clima misterioso, mas não se tratou disso. Foi um episódio com uma ação muito rápida. E com um desfecho quase que sem tempo de ser integrado ao final. Apenas algumas coisas (muito bem observadas pelo
@wyllds - meu guru para assuntos whovianícos):
1. O universo de bolso é um conceito muito interessante, e que poderia ter sido explorado melhor. Principalmente na questão do tempo e do espaço. Há uma floresta obscura, e o tempo (lá) se passa mais rápido.
2. A viajante do tempo como avatar do próprio Doutor.
3. O caso Oswin: a medium só conseguia se comunicar com a viajante do tempo porque havia laços sanguíneos entre elas. É tudo muito representativo aqui. O Wyllds propôs que a Oswin fosse parente do Doutor (uma parente distante da Susan, neta do primeiro Doutor - ele a menciona no episódio anterior). São pontos que se ligam.

11. Jornada ao Centro da TARDIS: Muita coisa, pouco tempo pra desenvolver. Esse foi episódio mais interessante até aqui. Digo, para mim, porque envolveu a TARDIS. Ok, ela é uma nave que viaja no tempo. Mas, o que há dentro dela? Um universo inteiro? A Oswin encontra uma espécie de biblioteca, e lê um livro que possui o nome do Doutor. Isso mesmo, o nome. "Doutor" é apenas uma nomeação. Não sabemos quem o nosso protagonista, de fato, é. Outra que o próprio Doutor mexe em sua linha temporal sem modificar ou ferrar tudo. É estranho, como o @wyllds notou. Mas, deixando isso de lado, foi um bom episódio.